Carlos Henrique de Castro Magalhaes, Advogado

Carlos Henrique de Castro Magalhaes

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Advogado e Mediador
Carlos Henrique Bitencourt de Castro Magalhães (nascido em 1.970, Rio de Janeiro), concluiu ensino médio em 1.988 no Colégio Militar do Rio de Janeiro, graduando-se (11 de dezembro de 1.993) em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É Pós Graduado (Lato Sensu) como Especialista em Direito do Trabalho e Legislação Social, como Especialista em Direito Civil e Direito do Consumidor, e como Especialista em Docência do Ensino Superior. Cursou Direito Penal Econômico pelo convênio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra com o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. É Mediador Judicial do Cejusc do Foro de Madureira, Rio de Janeiro, RJ, formado pela Escola de Administração Judiciária.

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Carlos Henrique de Castro Magalhaes, Advogado
Carlos Henrique de Castro Magalhaes
Comentário · há 11 anos
Niilismo com mais niilismo? Os átomos caindo caoticamente com mais esforço para que tudo caia caoticamente (Epicuro)? O que Nietzsche faz é, na linguagem de Zaratustra, "escrever novas tábuas sentado em meio a tábuas quebradas"! Isso é gnosticismo, o velho vício, a ideia de que é pela destruição que se faz o novo. Isso é movimento revolucionário - não é a toa que a destruição hoje no Brasil é feita pelo partido da mesma tradição cultural de decadência de Nietzsche. No final, Nietzchie é um baita medroso, acuado pelas ideias de Darwin, e com interpretes sob o influxo de Freud, sua poesia revela a fragilidade psíquica e emocional do homem que tem a vida organizada a partir do Estado. O deus morto dele não é o Deus da Bíblia, ou da tradição judaico-cristã, mas o deus da igreja estatal, com o horizonte intelectual, moral e espiritual limitado pelo Estado contingente do homem sempre a favor daqueles que o dominam. As tábuas velhas quebradas são os preceitos sociais, morais e espirituais desse Estado aristocrático - inclusive aristocrático no sentido de burocracia meritória. Em Vontade de Potência ele expressa sua revolta com isso - inclusive a revolta pessoal de não ter podido prosseguir na campanha militar da guerra franco-prussiana, pois para ele o "Guerreiro" era a única coisa que prestava na Prússia. A capacidade dele de tornar objetivo esse fenômeno é que o destaca - mas é justamente em cima disso que o III Reich explora o espírito militarista na construção do Nazismo.
Definitivamente, não posso crer - mesmo em poesia - que a solução para o non sense que o Brasil vive; e que caracteriza o estilo de vida da burocracia aristocrática brasileira - seja mais niilismo...
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